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29 outubro, 2009

Panzerfaust (Lança granada-foguete)

4 Panzerfausts em uma embalagem original

A Panzerfaust apareceu em 1942, produzida pela HASAG em Leipzig, fornecia aos soldados uma arma antitanque pessoal que não causava recuo e incorporava alguns princípios de foguete. A Panzerfaust era simples e barata, era nada mais do que um tubo que propulsionava uma granada de carga oca de simples dispositivos de mira e disparo. A parte traseira do projétil ficava contida dentro do tubo e quando disparada, quatro estabilizadores de metal abriam para fornecer estabilidade.

 

Efeito de Monroe / ogiva de carga oca
O Panzerfaust, funciona segundo o principio do efeito de Monroe.
Segundo este principio, uma carga explosiva é detonada sobre um cone de cobre, o qual sob ação da explosão e da onda de choque, se deforma, produzindo um fluxo de metal que viaja a muito alta velocidade e que permite perfurar a blindagem.
Desta forma, consegue-se perfurar a blindagem, com recurso a um projetil que viaja a uma velocidade bastante reduzida, sem necessidade de recorrer a um canhão de alta velocidade.
Este principio foi largamente utilizado pelos alemães no inicio da guerra, quando tiveram que utilizar canhões de baixa velocidade (inadequados para atacar tanques) com munição de carga oca. Este tipo de munição evoluiu depois da guerra e é conhecido como HEAT (High Explosive Anti Tank).

As primeiras Panzerfausts entrarem em serviço em larga escala em 1943, essa primeira versão era conhecida como Panzerfaust 30 (klein). 30 referia-se ao seu alcance de 30 metros e klein (pequeno) porque era ainda curta até outro projétil maior ser introduzido. Este novo projétil tinha uma maior capacidade de penetração em blindagens e conhecido como Panzerfaust 30. O pouco alcance destas primeiras armas eram uma desvantagem para o operador que tinha que chegar perigosamente perto do tanque para destruí-lo. A Panzerfaust era letal para qualquer tanque mesmo que mirar fosse um tanto difícil e o operador ainda tinha de tomar cuidado para não se machucar com a exaustão.
Após a Panzerfaust 30 veio a Panzerfaust 60 e a Panzerfaust 100 que tinham um maior alcance, mas o projétil continuava o mesmo. Havia planos de introduzir a Panzerfaust 150 e a Panzerfaust 250 mas o fim da guerra acabou com a chance dessas armas entrarem em combate.

Ficheiro:Tali-Ihantala.jpg

Soldados Alemães com Panzerfausts e um carro de combate T-34 Soviético destruído na Batalha de Tali-Ihantala.

O projétil da Panzerfaust podia penetrar até 200mm enquanto que o projétil da Panzerfaust 30 (klein) podia penetrar 140mm. Assim, qualquer tanque aliado era vulnerável e as tripulações destes tanques adicionavam proteção extra que variava desde sacos de areia até placas de metal. Milhões de Panzerfausts foram produzidas até o fim da guerra em 1945. Como estas Panzerfausts podiam ser utilizadas apenas uma vez e conforme os recursos Alemães tornavam-se escassos, as Panzerfausts modelo 150 e 250 podiam ser recarregadas e assim conservavam os estoques de metais.
A Panzerfaust encaixou-se perfeitamente nas táticas defensivas Alemãs de 1943 até 1945 e as tripulações de
tanques inimigos vieram a temer a arma. Disponível em grandes números, era encontrada em quase todo carro alemão e muitos membros da Volkssturm foram para o combate equipados com apenas a Panzerfaust. Sendo mirada corretamente e a uma distância apropriada, cada soldado Alemão podia ter um tanque destruído no seu crédito.

panzerfaust11

Especificações da Panzerfaust 30 (klein)
Alcance: 30 metros
Peso: total: 1,47kg; peso do projétil: 0,68kg
Diâmetro do projétil: 100mm
Velocidade inicial do projétil: 30m/s
Capacidade de penetração: 140mm

Especificações da Panzerfaust 30
Alcance: 30 metros
Peso: total: 5,22kg; peso do projétil: 3kg
Diâmetro do projétil: 150mm
Velocidade inicial do projétil: 30m/s
Capacidade de penetração: 200mm

Especificações da Panzerfaust 60
Alcance: 60 metros
Peso: total: 6,8kg; peso do projétil: 3kg
Diâmetro do projétil: 150mm
Velocidade inicial do projétil: 45m/s
Capacidade de penetração: 200mm

04 outubro, 2009

O Foguete V2 – A Arma de Represália

V2german O foguete V2 (sigla em alemão para Vergeltungswaffe - arma de vingança), ou simplesmente V2 - (cujo nome-código alemão original era A-4), foi o primeiro míssil balístico, tendo sido usado pela Alemanha durante as últimas fases da Segunda Guerra Mundial principalmente contra alvos britânicos e belgas. Recebeu este nome porque era uma arma alemã que se seguiu ao V-1, uma bomba que voava como avião a jato.

O engenheiro alemão Wernher von Braun foi um de seus principais desenvolvedores, na estação experimental do exército alemão de Peenemünde. O verdadeiro nome do foguete era Aggregat 4 (A4), mas ele ficou mais conhecido pelo nome Vergeltungswaffe 2 (Arma de Represália 2), dado pelo então Ministro da Propaganda Joseph Goebbels, já que as V2 eram lançadas em represália aos bombardeios aliados.

 

Foguete V-2 sendo transportado

Dificuldades do Projeto

Até 1942 nenhum foguete grande havia deixado o solo, muito embora todo o funcionamento das V2 e dos futuros foguetes tenha sido descrito muito antes por pioneiros como Konstantin Tsiolkovsky (URSS) e Hermann Oberth (Alemanha). O americano Robert Hutchings Goddard foi mais longe ao construir pequenos foguetes capazes de atingir grandes altitudes.

No entanto, nada se comparava ao desafio dos projetistas da V2: um foguete pesando 14 toneladas, lançado a 80 km de altura, desenvolvendo para isto mais de meio milhão de cavalos-vapor, tudo isto reduzido em um motor de pouco mais de 1,65 m de comprimento e pesando 450 kg.

O projeto da V2 era máxima prioridade dos nazistas, já que o destino da Segunda Guerra Mundial pouco a pouco pendia para o lado dos aliados, e apenas uma arma nova e excepcional poderia mudar este rumo.

Características Técnicas

As V2 eram propelidas a álcool (mistura de 75% de álcool etílico e 25% de água) e oxigênio líquido, chamado de lox. Os motores geravam um máximo de 160 000 libras (72574 kg) de empuxo, desenvolvendo velocidade de 1341 m/s, com um raio de alcance de 321 a 362 km. O álcool etílico usado nestes foguetes era produzido a partir da batata, que era produzida em abundância principalmente na Prússia Oriental.

Devido às altas temperaturas do motor, os projetistas da V2, inteligentemente, usaram o próprio álcool combustível como refrigerante do motor. Isto era feito injetando o álcool combustível ao redor do bocal, formando uma película protetora.

As manobras de vôo eram feitas por meio de aletas que interferiam na direção do jato do foguete, solução simples se comparada com a dificuldades dos foguetes atuais, em que todo o motor gira para mudar a direção do jato. A orientação de vôo era feita por meio de giroscópios.

Influência na Exploração Espacial

Em 1944 Wernher von Braun foi detido pelos nazistas por supostamente ter declarado que as V2 não haviam sido destinadas ao uso militar, mas sim para as futuras viagens espaciais. Tendo dito ou não, von Braun estava certo, e a V2 deixou sua influência permanente no desenvolvimento dos futuros foguetes que seriam usados na exploração espacial.

Com a derrota da Alemanha na Segunda Guerra Mundial, os EUA e a URSS capturaram a maioria dos engenheiros que trabalharam no desenvolvimento da V2 (na Operação Paperclip). Particularmente importante para os EUA foi a captura de Wernher von Braun, um dos principais projetistas alemães, que participou ativamente do programa de mísseis balísticos dos EUA e depois dos primeiros passos do programa espacial estadunidense.

Sabe-se que em Peenemünde os alemães faziam esforços para dotar a V2 de múltiplos estágios e capacidade para vôos transatlânticos. Diversos testes com foguetes de combustível sólido e múltiplos estágios haviam sido feitos. Quando a Alemanha caiu em 1945, toda esta tecnologia, desenvolvida ao longo de uma década ao custo de milhões de marcos, estava pronta para ser usada pelos aliados vitoriosos.

Clique na Imagem para Ampliá-la.

Ficheiro:V-2victimAntwerp1944.jpg

Resultado do ataque de um foguete V-2 em 27 de Novembro de 1944 a Antuérpia (Bélgica).

Ficheiro:Bumper8 launch-GPN-2000-000613.jpg

Lançamento de um V-2 adaptado "Bumper 2" em Cabo Canaveral EUA em Julho de 1950.

08 agosto, 2009

Fallschirmjägergewehr 42/ FG42

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Sargento mayor 1ª División Aerotransportada. A Fallschirmjägergewehr 42 (FG42) é uma espingarda automática produzida pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Em Alemão, o nome da arma significava Rifle de Pára-quedista.

Esta espingarda foi desenvolvida para as tropas pára-quedistas alemãs que, após a sua experiência com a Invasão de Creta, se aperceberam da necessidade de se equiparem com uma metralhadora portátil. Enquanto os seus inimigos tinham um grande número de metralhadoras facilmente portáteis, como a Bren ou a Browning Automatic Rifle, a Alemanha não tinha nenhuma arma assim. Os pára-quedistas alemães eram assim obrigados a utilizar um número limitado de metralhadoras MG34 que, embora na sua configuração de metralhadora ligeira, continuavam a ser significativamente pesadas, obrigando ao uso de armas como a Karabiner 98k e a MP40. No entanto, estas armas, apesar de portáteis, não produziam o poder de fogo necessário. Como resultado, depois da autorização de Hermann Göring, iniciou-se o desenvolvimento do FG42

A Fallschirmjägergewher 42, ou FG42, tinha um mecanismo operado a gás, provisão para baioneta e apesar de ser uma arma complexa ela não era inovadora pois era uma combinação de diversos sistemas já existentes.

Após da entrada ao serviço das espingardas semi-automáticas G41 e G43 no Exército Alemão e nas Waffen SS e da incapacidade da MP40 e da Karabiner 98k durante a Batalha de Creta, Hermann Göring insistiu que os seus Fallschirmjäger fossem equipados com uma arma ainda mais avançada. Os requisitos eram que a arma deveria ser leve o suficiente para um pára-quedista poder a carregar durante o salto, que tivesse a possibilidade de fogo automático e que pudesse servir como uma espingarda quando necessário.

Foram dados contratos a seis fabricantes, mas apenas são conhecidos dois protótipos que foram submetidos. O design da Rheinmetall-Borsig concebido por Louis Stange foi aceite para produção pela Heinrich Krieghoff of Suhl (fzs) e L.O. Deitrich of Altenburg (gcy). Contudo, devido a falhas no desenho, a arma teve de ser modificada duas vezes, aumentando as suas capacidades mas aumentando também o seu peso e custo.

O mecanismo da FG42 incorporava um arranjo inteiramente novo na liberação do gatilho. Quando disparando em modo semi-automático, o ferrolho fechava sobre a culatra. Quando a arma era disparada no modo automático (rajada) o ferrolho permanecia aberto fazendo o ar fluir dentro da câmara, melhorando bastante a sua refrigeração (sistema semelhante ao da Metralhadora Johnson M1941).

Após aproximadamente 2000 Fallschirmjägergewehr 42 terem sido produzidas pela Krieghoff, o fornecimento de metal manganês foi desviado para a produção de outro equipamento. Isto significou a necessidade de redesenhar a arma para utilizar metal estampado. Os relatórios de combate também estavam a requisitar melhoramentos menores, tais como: deslocar o bipé da frente do gatilho para a ponta da arma para reduzir a dispersão ao disparar, alterar o ângulo da pega da arma para um ângulo quase totalmente vertical, aumentar o tamanho da proteção à frente do gatilho e alterar o suporte do braço de metal estampado para madeira de modo a minimizar o sobreaquecimento. Pela altura a que o FG42/II tinha sido desenvolvida, já a guerra tinha piorado para o lado dos alemães. Os bombardeamentos freqüentes dos aliados tinham já destruído várias fábricas na Alemanha e as únicas armas que podiam ser produzidas eram fabricadas em menor número, com materiais de baixa qualidade e estavam sujeitas a fracos métodos de produção. Apenas 5000 unidades do novo modelo foram produzidas e apenas um número limitado conseguiu chegar às frentes de batalha. Comandos sob o comando de Otto Skorzeny foram os primeiros a utilizar a FG42 durante o salvamento arriscado de Benito Mussolini.

Foi depois da guerra que a arma deixou sua marca, pois seu projeto e diversas de suas peculiaridades foram incorporadas em outras armas como seu mecanismo de operação a gás. Uma coisa que não foi copiada foi seu pente instalado ao lado, pois além de esbarrar e atrapalhar o operador ele desbalanceava a arma quando esta era disparada.

A FG42 era uma excelente arma, porém de fabricação cara e seu processo de produção exigia muito esforço fabril. Por isso nunca foi usada em larga escala e é lembrada hoje como uma arma exclusiva dos pára-quedistas alemães. Logo depois, o Exército Alemão e as SS acabaram por optar por outra arma de fogo seletivo igualmente inovadora, porém de fabricação mais rápida e barata, o célebre Sturmgewehr 44.

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Vídeo Fallschirmjägergewehr 42 em Ação

24 abril, 2009

WW II: Panther - Veiculos

O Panther foi um tanque de campo da Alemanha na Segunda Guerra Mundial que serviu a partir de meados de 1943 até o fim da guerra em 1945.

Foi concebida como uma contradição com o T-34, e para substituir os Panzer III e IV, embora servindo junto com eles e os tanques pesados até o final da guerra. O Panther era uma excelente combinação de fogo, mobilidade e protecção serviu e como uma referência para outras nações "no final da guerra e pós-guerra, e é freqüentemente considerado (juntamente com os soviéticos T-34) como a melhor concepção do tanque da Segunda Guerra Mundial.
Em 27 de Fevereiro de 1944, Hitler ordenou que o algarismo romano V fosse proibido da designação.


Armamento

Panzergrenadier-Divisão Großdeutschland fotografados no sul da Ucrânia em 1944.
A principal arma era uma semi-automática 7,5 centímetros. A principal arma usava três diferentes tipos de munições, APCBC-HE (Pzgr. 39/42), HE (Sprgr. 42) e APCR (Pzgr. 40/42), o último dos quais foi geralmente escasso. Embora tenha sido apenas de médio calibre para a sua altura, a arma do Panther era uma das mais poderosas armas da Segunda Guerra Mundial, devido ao grande propulsor e o cano longo, que lhe deu alta velocidade focinho e excelentes qualidades de proteção . Os 75 milímetros da arma realmente tinha mais poder penetrante do que o principal arma do tanque pesado Tiger I, a 8,8 centímetros KWK 36 L/56 exceto em intervalos mais longos.
O reservatório tinha normalmente duas metralhadoras MG 34 de uma versão específica concebida para utilização em veículos blindados.



Panther Tank Ausf - Modelo 3D




Tipo : Tanque médio
Lugar de origem: Alemanha
História
Em serviço 1943 - 1945 (Alemanha nazi)
Usado por: Alemanha nazi e França
Guerras: Segunda Guerra Mundial

Produção
Designer :MAN AG
Projetado:1942
Produzido : 1942 - 1945
Número construído: 6000
Especificações
Peso: 44,8 toneladas
Comprimento: 6,87 m, 8,66 m, com arma em frente
Largura : 3,42 m
Altura: 2.99 m
Tripulação: 5 (Motorista, rádio-operador, o comandante, artilheiro, carregador)
Armor Armor : 15-120 milímetros
Primario Armamento: 1x 7,5 centímetros KWK 42 L/70 79 voltas
Secundário Armamento: 2 × 7,92 milímetros Maschinengewehr 34 5.100 rodadas
Motor : V-12 gasolina Maybach HL230 P30 700 PS (690 hp, 515 kW)
Potência / peso: 16 cv (12 kW) / tonelada
Suspensão : dupla barra de torção, rodas Operacional faixa 250 km
Velocidade : 55 km / h (primeiros modelos), 46 km / h (modelos posteriores

22 abril, 2009

WW II: Armas: PPSh-41 - Armas

Armas: PPSh-41

A igualdade de forças experiente na frente ocidental durante a I Guerra Mundial, foi refletido em apenas um item: a trincheira. Esta situação não é totalmente inconcebível sem o uso da metralhadora, que foi inventada várias décadas anteriores (Hiram Maxim, 1884). Após o fracasso do plano Schlieffen alemão, tornou-se particularmente importante na batalha do Marne e, em seguida, em toda a guerra.

Na Segunda Guerra Mundial, era uma arma fundamental e indispensável. Empregadas tanto como semi-fixos (MG-34, etc), bem como a infantaria. Um verdadeiro monstro. 900 tiros por minuto, obviamente cadência automatica. Muitas vezes conectada à carregadores circular 71 balas, o estilo "Chicago anos 30". Uma arma bastante utilizada ainda por uma minoria, por exemplo, no Iraque. Esse fato, embora possa parecer insignificante, dá a sua visão de confiabilidade.
O Pistolet-Pulemet não parecia versátil, mas precisava de uma breve manutenção e, especialmente, era muito resistente. Uma arma muito cobiçada pelas tropas da Wehrmacht no inverno frio da Rússia, a MP-40 travavam, foram abandonadas por causa do terrível inverno . O PPSh foi esmagadora . Portanto, foi uma parte importante na luta implacável casa em casa vivida na batalha de Stalingrado.
Concebida pelo designer de armas Georgi Semyonovich Shpagin (três vezes condecorado com a Ordem de Lenin), que tentou desvalorizar a produção de PPD-40, foi um orgulho para a produção de CCCP. Quanto às munições, utilizando a característica 7,62 × 25 milímetros Tokarev Soviética, e foi produzido em larga escala em todo o conflito. Culata madeira . Barata e de fácil produção, alta resistência aos elementos. Puro espírito comunista.


Em 1949 foi subistituida pela AK47. PPSh-41 é um dos principais símbolos da vitória russa contra a Alemanha nazista.




Caliber: 7,62 x25 mm tt Peso: 5,45 kg carregado com plenos 71 rds tambor; 4,3 kg, com pleno 35 rds revista; 3,63 kg sem revista
Comprimento: 843 milímetros Barrel comprimento: 269 milímetros
Taxa de fogo: 900 voltas por minuto
Revista de capacidade: 71 rodadas no tambor revista ou 35 rodadas na caixa curvo revista Effective range: metros

WW II - Zona de Guerra