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20 julho, 2010

Campo de batalha perdido é encontrado

Um explorador australiano disse ter descoberto o local de importantes batalhas da Segunda Guerra Mundial nas selvas de Papua-Nova Guiné, completo com os restos mortais de soldados japoneses que caíram lá quase 70 anos atrás.

O ex-Capitão do Exército Brian Freeman, especialista na Trilha de Kokoda – um caminho de 60 minutos através de terreno montanhoso e floresta tropical na ilha – disse que descobriu o local da Batalha de Eora Creek, onde encontrou os restos dos soldados.

Acreditava-se que a área, a cerca de 800 metros da vila de Eora Creek, fosse o local da última grande batalha da campanha australiana contra os japoneses em Papua-Nova Guiné.

Embora o local fosse conhecido pelos nativos, a floresta escondeu-o após a batalha. Apesar do povo local caçar nos platôs que cercam a área, eles evitam entrar no campo de batalha, de 600 metros quadrados, por acreditar que os espíritos dos mortos ainda vagam por lá.

Isso significa que o local parece ter permanecido intocado desde 1942.

Em nossa expedição inaugural, esperávamos encontrar os restos de um hospital japonês improvisado e, potencialmente, relíquias de armas e munição. Nunca havia pensado em encontrar os soldados mortos”, disse Freeman.

Freeman esteve no local pela primeira vez em 23 de abril de 2010.
Foi como se o tempo tivesse parado. Encontramos uma trilha de munição no solo, disparada de um rifle que também encontramos no chão; provavelmente largado lá quando os japoneses avançaram por trás”, disse.

Ele disse que extensas pesquisas em mapas de batalha e diários os levou a acreditar que os japoneses tinham um pequeno hospital na área durante seu avanço, e sua localização permanecia um mistério até agora.

O time encontrou vasilhas em forma de rim no local, evidências de que de fato havia um hospital japonês por lá.
A presença de grandes valas retangulares, conhecidas como “valas de rifle”, também indicam a localização de uma significativa posição defensiva japonesa.

No entanto, foi a descoberta de um soldado japonês sentado encostado numa árvore, ainda com seu capacete e botas, que deu início à história humana do local”, revelou.

A Batalha de Eora Creek foi o mais custoso confronto da campanha de Kokoda, embora diferentes fontes citem diferentes números de baixas. O grupo de Freeman disse que 79 australianos morreram e 145 foram feridos, e o Memorial de Guerra da Austrália diz que 99 foram mortos e 192 foram feridos.

Freeman disse que está trabalhando com os respectivos governos para repatriar os soldados mortos e preservar o local em sua “primorosa condição atual”. Até lá, ninguém tem permissão de entrar no local.

Fonte: This Just In.

Paraquedista faz último salto aos 89 anos

 

Logo após a meia-noite de 5 de junho de 1944, no começo do Dia-D, Jim Martin, um paraquedista norte-americano de 23 anos, fez seu primeiro salto de combate em meio ao fogo inimigo.

Ele e seus colegas do 506º Regimento de Infantaria Paraquedista da 101ª Divisão Aerotransportada, foram lançados atrás das linhas alemãs de um transportador C-47. Martin já tinha feito 17 saltos de treinamento antes fazer o primeiro de seus dois saltos de combate durante a guerra.

Às 10h da manhã de 11 de julho de 2010, Martin, ainda vigoroso aos 89 anos de idade, fez o que chamou de seu último salto de paraquedas, cercado por cerca de 30 familiares e amigos. Saltando de um pequeno Beech 18 branco, ele saltou de 3.800 metros sobre o aeroporto do Condado de Greene, Ohio.

Ao ser perguntado sobre o salto foi diferente daquele da Normandia, ele disse: “Ninguém atirou em mim. Foi muito mais divertido do que ter traçantes passando por todo lado”.

Como o último salto esportivo de Martin aconteceu há 30 anos atrás, foi necessário que ele saltasse junto com um instrutor, Bob Tyson, um experiente paraquedista de Columbus, Ohio.

Martin não demonstrou medo antes do salto, dizendo que se o paraquedas falhasse, os fotógrafos deveriam continuar a registrar o momento para mostrar a realidade. Após o salto ele admitiu: “Eu achei que ia ter problemas na hora de saltar, mas logo que ele disse pra ir, eu fui”.
Foi o pouso mais suave que já fiz”, disse após uma queda livre e sete minutos planando no ar.

Como paraquedista militar, Martin saltou do C-47 sobre a Normandia preso a uma linha estática que puxava a corda do paraquedas. Ele e seus colegas estavam sobrecarregados com até 60 quilos de munição, morteiros, rações e um rifle M-1. Sua missão de três dias que era capturar as pontes da região para que os alemães não pudessem transportar veículos blindados para as praias, acabou durando 33 dias.

Seu segundo salto de combate foi em 17 de setembro de 1944, na Holanda. De lá, eles foram levados em caminhões para a Batalha das Ardenas em Bastogne, na Bélgica, e então para o Ninho da Águia em Berchtesgarden, na Alemanha. Seu batalhão também ajudou na liberação de um campo de concentração. Ele foi condecorado com a Bronze Star e o Purple Heart.

Agora aposentado, Martin trabalhou na Comissão de Zoneamento de Sugarcreek após a guerra. Ele e a esposa Donna, que trabalhou na Base Aérea Wright Patterson durante a guerra, construíram sua própria casa em madeira, numa área arborizada.
Sempre mantendo suas opções em aberto, as últimas palavras de Martin para a multidão no aeroporto foram: “Vou fazer isso de novo quando completar 100!

Fonte: Dayton Daily News, 13 de julho de 2010.


25 junho, 2010

Placa alemã lembrando ataque ao Altmark é doada a museu inglês

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Uma placa alemã capturada, celebrando um bucaneiro ataque da Marinha Inglesa durante a Segunda Guerra Mundial, foi doada para o Museu Nacional da Royal Navy na Doca Histórica de Portsmouth.

O Incidente Altmark foi um dos primeiros elevadores de moral para os britânicos, que viram um time de abordagem do destróier HMS Cossack liberar 299 prisioneiros ingleses do navio alemão Altmark em um fiorde norueguês.

Um navio de suprimentos para o famoso couraçado-de-bolso alemão KMS Graf Spee, o Altmark estava levando um grupo de prisioneiros da marinha mercante, que tinha recolhido como sobreviventes dos navios afundados pelo Graf Spee. Mas após o afundamento do couraçado na

Batalha do Rio da Prata, em dezembro de 1939, o Altmark lentamente fez seu caminho de volta para casa – chegando às águas norueguesas em fevereiro de 1940.

Ao mesmo tempo uma pequena flotilha de destróieres ingleses zarpou da Escócia, oficialmente para realizar reconhecimento do Ártico. Após receber uma dica do adido naval britânico em Oslo, a flotilha do Capitão Vian liderou o cruzador HMS Arethusa e cinco destróieres para cercar o navio alemão em Jossinfjord.

Negociações com os noruegueses para que expulsassem o Altmark do fiorde falharam, então a Royal Navy resolveu agir por si própria e enviou um time do HMS Cossack para abordar o navio alemão.

Após um pequeno engajamento, que dizem ter envolvido baionetas e espadas, cinco alemães estavam mortos e muitos outros feridos. Um marinheiro inglês então abriu o porão do navio e gritou: “Tem algum inglês aí embaixo?”. Quando a resposta foi um sonoro SIM, as agora famosas palavras foram ditas: “Então subam, a Marinha está aqui”.

Seguindo-se à ocupação alemã da Noruega, uma placa comemorativa foi erigida pelos indignados alemães, dizendo: “Aqui, em 16 de fevereiro de 1940, o Altmark foi atacado por piratas ingleses”.

Paraquedistas ingleses capturaram a placa dupla em 1944 e deram um lado para o Almirante Vian em comemoração ao seu audacioso feito. Esta agora foi doada para o Museu Nacional da Royal Navy para exibição pública através da Associação do HMS Cossack.

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A placa, durante a ocupação alemã da Noruega

Fonte: Culture

20 dezembro, 2009

Famosa placa de Auschwitz é roubada

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Sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

VARSÓVIA - A placa de ferro onde os nazistas exibiam seu cínico slogan, "Arbeit Macht Frei" (O trabalho liberta), que ficava na entrada do campo de concentração de Auschwitz, foi roubada nesta madrugada, segundo a polícia da Polônia. A chapa de 5 metros de largura e 40 quilos ficava no campo de concentração no sul polonês, onde morreram mais de 1 milhão de pessoas durante a Segunda Guerra (1939-45).


Uma porta-voz da polícia informou que a placa foi desparafusada de um lado e arrancada do outro. O fato foi imediatamente condenado por líderes judeus, na Polônia e no exterior. "O roubo de um objeto tão simbólico é um ataque à memória do Holocausto, e uma escalada desses elementos que gostariam de nos levar de volta a dias mais sombrios", afirmou Avner Shalev, diretor do Yad Vashem, em comunicado de Jerusalém. O Yad Vashem é o memorial oficial de Israel para lembrar as vítimas judaicas do Holocausto.

Caçada


O símbolo desapareceu do memorial de Auschwitz entre as 3h30 e 5h (hora local), segundo a porta-voz. Os ladrões aparentemente conheciam a área bem, acrescentou ela.
A polícia lançou uma caçada, utilizando mais de 20 investigadores e cães farejadores para buscar a placa.
O local que antes era um campo de concentração mantém os abrigos, torres de controle e ruínas das câmaras de gás, para lembrar as atrocidades infligidas pelos nazistas alemães contra judeus, ciganos, entre outros.


Uma réplica exata da placa, feita pelo museu após a Segunda Guerra, foi imediatamente colocada no lugar da original.
O signo original foi feito em 1940 por presos poloneses não-judeus de Auschwitz, segundo o museu. O rabino-chefe da Polônia, Michael Schudrich, disse ter dificuldade de imaginar quem cometeria esse roubo e condenou a ação. "Seja quem fez isso, usurpou a memória mundial."


O slogan "Arbeit Macht Frei" também era usado na entrada de outros campos de concentração nazistas, entre eles Dachau e Sachsenhausen. O de Auschwitz, porém, é talvez o mais conhecido.
Entre 1940 e 1945, mais de 1 milhão de pessoas, a maioria judeus, foram mortas ou morreram de fome e doenças enquanto faziam trabalhos forçados em Auschwitz, construído pelos nazistas na Polônia ocupada. Hoje o lugar é um dos mais visitados por estrangeiros e poloneses no país, com mais de 1 milhão de pessoas passando por ali anualmente.

Fonte: O  Estadão

02 novembro, 2009

Tanque T34 é Recuperado do Fundo de Um Lago

Não é sempre que se tira um tanque da Segunda Guerra de um lago, ainda mais um que foi usado pelos russos e alemães. Mesmo tendo ficado submerso por 62 anos, com uma "ajeitadinha" o motor movido a diesel começou a funcionar..

De fevereiro a setembro de 1944, pesadas batalhas foram travadas na estreita faixa de 50 km de largura, na frente de Narva na parte noroeste da Estônia. Mais de 100.000 homens morreram e 300.000 feridos. Durante batalhas no verão de 1944,o tanque foi capturado do exército soviético e usado pelo exército alemão.(Este é o motivo de estar pintado com as cores alemãs na parte externa do tanque) Em 19 de Setembro de 1944, tropas alemãs iniciaram uma retirada organizada ao longo da frente de Narva. Suspeita-se que deliberadamente jogaram o tanque dentro do lago, sendo abandonado quando os seus captores abandonaram a área.

Nessa época, um menino local caminhado à beira do Lago Kurtna Matasjarv notou rastros de tanque em direção ao lago, mas sem sinais de saída. Por dois meses ele viu bolhas de ar saírem do lago. Isso lhe deu motivos de acreditar que deveria haver um veículo blindado no fundo do lago. Alguns anos atrás, ele contou a história para o chefe local do clube de história da guerra 'Otsing'. Juntos com outros membros do clube, o Sr. Igor Shedunov iniciou pesquisas de mergulhos no fundo do lago aproximadamente um ano atrás. Na profundidade de 7 metros eles descobriram o tanque enterrado debaixo de 3 metros de camada de turfa.

Entusiastas do clube, com a liderança do Sr. Shedunov, decidiram puxar o tanque para fora. Em setembro de 2000, foram procurar o Sr.Mr Aleksander Borovkovthe, gerente da firma AS Eesti Polevkivi, para alugar a escavadeira Komatsu D375A-2. Presentemente em atividade, a escavadeira foi fabricada em 1995, e conta com 19.000 horas de operação sem grandes reparos.

A operação resgate começou às 09:00 e foi concluída às 15:00, com diversas paradas técnicas. O peso do tanque em conjunto com a declividade dificultou o trabalho exigindo muito esforço. O D375A-2 trabalhou com força e estilo. O peso do tanque, todo equipado com armamentos, chega a 30 toneladas, exigindo esforço similar. A preocupação era da escavadeira de 68 toneladas ter peso suficiente para não deslizar enquanto tracionava o tanque monte acima.

Depois que o tanque aflorou à superfície, viram que era um troféu de guerra, que tinha sido capturado pelos alemães durante a batalha de Sinimaed (Blue Hills) seis meses antes de ser afundado no lago. Juntas, 116 conchas foram encontradas a bordo. Surpreendentemente, o tanque estava em boas condições, sem NENHUMA FERRUGEM,e TODOS OS SISTEMAS (COM EXCEÇÃO DO MOTOR) estavam em condições de uso. Essa é uma máquina muito rara ainda mais considerando que lutou em ambos os lados com russos e alemães. Existem planos de fazer uma restauração total do tanque. Ele será exposto no museu de história de Guerra que sera fundado na vila de Gorodenko na margem esquerda do Rio Narv.


 

Vídeos

08 outubro, 2009

Tribunal julgará em novembro nazista por ajudar a matar 27.900 judeus

Folha de São Paulo - 08/10/2009 - 10h20

John-Demjanjuk-wearing-hatJohn Demjanjuk, 89, suspeito de ter trabalhado como guarda em um campo de concentração nazista será julgado em 30 de novembro próximo por acusações de ajudar a matar 27.900 judeus durante a Segunda Guerra (1939-1945), informou um tribunal alemão nesta quinta-feira.

O julgamento de Demjanjuk, funcionário aposentado da indústria automotiva dos Estados Unidos, deve ser o último acusado na Alemanha por crimes de guerra da era nazista. O julgamento deve acontecer em Munique.

Demjanjuk_Gmelin

Demjanjuk, nascido na Ucrânia, era procurado há tempos pelo Centro Simon Wiesenthal, que procura suspeitos de crimes de guerra nazistas. O Wiesenthal diz que Demjanjuk empurrou homens, mulheres e crianças para câmaras de gás no campo de Sobibor, onde hoje é a Polônia.

Ele chegou à região em 1942, então como preso ucraniano, e iniciou sua cooperação com os nazistas. Demjanjuk sustenta que foi recrutado pelo Exército Soviético em 1941 e que foi capturado pelos alemães um ano depois e o mantiveram como prisioneiro até 1944.

Ele emigrou aos EUA em 1952 e passou uma vida tranquila até meados de 1970, quando Israel denunciou que ele fora guarda do campo de concentração de Treblinka, onde hoje é a Polônia. Ele foi julgado pela Justiça israelenses e condenado à prisão perpétua, mas o Tribunal Supremo anulou a sentença em 1993 quando os advogados da defesa apresentaram documentos da extinta União Soviética que provava que ele não era quem Israel dizia ser.

A Justiça de Munique reabriu as investigações e abriu um processo no qual acusava Demjanjuk pelos crimes cometidos em Sobibor, onde foram assassinados cerca de 250 mil judeus poloneses, alemães, tchecos, franceses, eslovacos e holandeses.

Demjanjuk nega qualquer participação no Holocausto e sua família afirma que a saúde dele é muito frágil para aguentar um julgamento.

06 outubro, 2009

Blog 100NEXO

Bem pessoal venho aqui abrir um espaço pra apresentar para vocês um blog da minha “lista de favoritos” o blog 100NEXO. Um blog divertido e super antenado nas maluquices que rola na net.

Quer se divertir e dar boas risadas? Visite o blog 100NEXO. Porquê lá meu camarada…é tudo 100 nexo!.

 

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27 setembro, 2009

Resultado Concurso Cultural Editora Abril

No último dia 19 de setembro, lançamos juntamente com a  Editora Abril um concurso cultural direcionado a os leitores do blog. Quem participou teve de responder a seguinte pergunta: Qual o momento mais marcante da Segunda Guerra e por quê?”. O prazo de entrega terminou no última sábado, dia 26.

Os vencedores, irão ganhar um volume da coleção 70° Aniversário da Segunda Guerra Mundial, promovido pelo blog ZonadeGuerra em parceria com a Editora Abril,

Os Ganhadores:

1° Lugar -  Jeverson Pilz

2° Lugar - Rogério Buzzo

 

Aos ganhadores, parabéns, Estaremos entrando em contato com vocês nos próximos dias. Queremos aqui também dar os parabéns  todos os demais participantes, foram mais de 50 participações. Espero em breve poder estar fazendo novos concursos novamente.

Grande Abraço a  Todos

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18 setembro, 2009

Concurso Cultural - 70° Aniversário da Segunda Guerra Mundial

No dia 02 de setembro fizemos o lançamento aqui no Zona de Guerra da  Coleção Editora Abril - 70° Aniversário da Segunda Guerra Mundial. Aqui

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O blog Zona de Guerra novamente em  parceira com a Editora Abril está lançando um concurso cultural para comemorar o lançamento da  Coleção e o 70° Aniversário do início da Segunda Guerra Mundial.

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 Participe!

Concurso:

1 - Respondendo a seguinte  pergunta:  “Qual o momento mais marcante da Segunda Guerra e por quê?”

2 - Os autores das 2 (duas) melhores respostas do concurso cultural irão ganhar 1 (um) volume da Coleção Editora Abril - 70° Aniversário da Segunda Guerra Mundial.

3 - O concurso será válido para o envio das respostas até dia 26 de setembro.

4 - As respostas deverão ser enviadas para o e-mail   wwii.zonadeguerra@yahoo.com.br.

5 - Os ganhadores irão receber, em suas casas, um volume da coleção diretamente da Editora Abril.

6 - Feita a apuração das melhores respostas postaremos no blog os 2 (dois) ganhadores do concurso e entraremos em contato com os mesmos, via e-mail, para acertarmos os detalhes do envio.

 

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02 setembro, 2009

Coleção Editora Abril - 70° Aniversário da Segunda Guerra Mundial

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A Editora Abril esta lançando uma coleção que registra os 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial. Esta coleção inclui livros e DVDs que contam os bastidores deste evento.

São trinta livros com textos de especialistas,  repletos de ilustrações, fotos e infográficos, com capa dura e acabamento gráfico impecável . Complementam a coleção 30 DVDs com documentários e cenas reais  de campo de batalha, do cotidiano de civis, depoimentos de militares e pessoas envolvidas no conflito. Originalmente  gravados em película , 65 documentários foram  coloridos digitalmente. Outros 30 em preto-e-branco , completam a série.

A coleção conta com um site onde você poderá acompanhar todos os lançamentos da coleção e participar de  desafios onde o internauta  que acertar 50% das questões dos desafio ganhará descontos especiais na assinatura da coleção.

Fica ai a super dica para aqueles que colecionam, e, gostariam de ter um excelente material sobre a Segunda Guerra nas suas estantes.

hj

Data de Lançamento: 03 de setembro 2009

Site da coleção: http://www.colecaosegundaguerra.com.br/

01 setembro, 2009

Evento na Polônia marca 70 anos do início da 2ª Guerra

O presidente e o primeiro-ministro da Polônia, Lech Kaczynski e Donald Tusk, respectivamente, comandaram nesta terça-feira, dia 1º, em Gdansk a cerimônia que lembrou o momento exato dos 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial, quando a marinha nazista abriu fogo contra a guarnição polonesa da península de Westerplatte.

POLAND WORLD WAR TWO ANNIVERSARY CEREMONIES

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Às 4.45 horas de 1º de setembro de 1939, o encouraçado alemão Schleswig-Holstein abriu fogo contra a guarnição da península de Westerplatte, nas cercanias de Gdansk, dando início à Segunda Guerra Mundial.

"Westerplatte é o símbolo da luta do fraco contra o forte", assinalou Kaczynski, em discurso no qual reivindicou o papel de vítima da Polônia contra "os totalitarismos nazista e bolchevique".

O primeiro-ministro polonês também reivindicou o papel de vítima da Polônia durante o conflito, uma postura adotada depois de parte de a imprensa russa publicar que poloneses e nazistas assinaram em 1934 uma aliança secreta contra a União Soviética.

"Estamos aqui para lembrar quem começou a guerra, quem foi o culpado, quem foi o executor e quem foi a vítima da agressão", assinalou Tusk, enquanto um pelotão da marinha polonesa depositava flores no monumento aos heróis de Westerplatte.

"Lembramos a história porque sabemos bem que quem esquece ou falseia a história, e tem poder ou o pode ter, trará a infelicidade de novo, como 70 anos atrás", acrescentou.

As acusações russas criaram mal-estar na Polônia e fizeram com que alguns historiadores acusassem Moscou de tentar ofuscar os atos que lembram o começo da guerra, que terão hoje, em Gdansk, a participação de líderes de todo o mundo, entre eles a chanceler alemã, Ángela Merkel, e o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin.

Os Estados Unidos serão representados pelo conselheiro de segurança da Casa Branca, o general reformado Jim Jones.

Os participantes dos atos visitarão ao longo da manhã (local) a exposição que mostra o começo da Segunda Guerra Mundial e o cemitério onde estão enterrados os heróis da península de Westerplatte, onde começou a invasão e onde menos de 200 soldados poloneses resistiram durante mais de sete dias ao potente ataque nazista.

Posteriormente, começará o ato que lembra o início do conflito e serão depositadas coroas de flores no monumento de Westerplatte.

A Polônia foi uma das grandes vítimas da guerra, perdendo 20% de sua população, com a morte de aproximadamente seis milhões de habitantes, a metade deles judeus.

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POLAND

09 agosto, 2009

Trailer de “The Pacific”, continuação de Band of Brothers

Tom Hanks e Steven Spielberg ainda não se cansaram de falar da 2ª Guerra Mundial. Sorte nossa!! The Pacific será uma espécie de continuação do seriado "Band of Brothers", um dos melhores, senão o melhor seriado/filme feito a respeito da guerra.

Desta vez, o teatro de guerra é outro. Agora, temos todo o oceano pacífico a nossa volta e um monte de pequenas ilhas para serem invadidas, empurrando os japoneses de volta a seu país, mostrando a parte mais sangrenta da 2ª Guerra Mundial.

O interessante deste campo de batalha é que este nunca foi devidamente explorado como a guerra na Europa. Filmes como "Códigos de Guerra", "Cartas de Iwo Jima", "Tora! Tora! Tora!", "A Ponte do Rio Kwai" e até "Pearl Harbor" nunca se aprofundaram o bastante naqueles que deveriam ser os protagonistas desta história: os homens da Infantaria, aqueles que viam o inimigo frente a frente, que morriam enquanto os comandantes observavam à distância.

O lançamento do primeiro de 10 episódios será dia 10 de março de 2010 no canal HBO.

Fotos.

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Trailer

WW II - Zona de Guerra